terça-feira, 29 de junho de 2010

Aceitação

Paz acolheadora e calma.
A brisa cochicha lembranças
que não doem tanto mais.
O fim do dia mostra o entardecer
que não consegue mais entristecer.
A noite traz sonhos
que não mais inquietam.
E na manhã quente e clara,
a paz calma e acolhedora,
da alma impura e digna.

2 comentários:

Juan Moravagine Carneiro disse...

Belo escrito...

mas confesso que faz tenho que não acordar com esta calma...rsrs..

abraço e agradecido pelas visitas ao Rembrandt

Neusa disse...

Nem tanto eu. Entre o completo desespero e a paz absoluta, estou num momento de relativa paz, mas a vida é tão frágil!