quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pizzaiolo


Hoje a brincadeira foi um restaurante na sala de casa.
Davi não estava querendo comer o almoço, e eu já estou preocupada com esse costume - ruim - de comer assistindo TV e com alguém dando a comida na boca.
Então, coloquei um jogo americano na mesa da sala, levei o prato dele, um copo com suco e me fiz de maitre.
Expliquei o que tinha no prato e como tinha sido preparado pelo chef de cozinha Eduardo e a chef Roseane.
Enquanto isso ele comia sozinho.
Fiz um cardápio das sobremessas disponíveis no restaurante.
- Mamãe, como é o nome desse restaurante?
- Dê um nome para ele Davi?
- Pizzaiolo.
- Ótimo nome Davi.
  Nosso restaurante serve pratos variados no almoço e pizzas de vários sabores no jantar.
  O que o senhor está achando da nossa comida? Está gostosa?
- Sim.
Depois de ter comido mais um pouquinho, escolheu o picolé especial para sobremesa, mas esta ele comeu na sala de espera do Pizzaiolo, que dispõe de um confortável sofá e  uma bela televisão com programação infantil.
Não posso fazer isso todo dia, tenho horário para cumprir (é, ainda nos cobram horas dentro da empresa ao invés de projetos atendidos).
Mas assim, aos poucos, quem sabe vou tirando Davi da frente da TV na hora das refeições.
E é tão gostoso quando eles embarcam nas brincadeiras que inventamos e vice-versa.
No final ele estava me chamando de pizzaiola Neusa!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Artista da grobis


E eu nem sabia que estava sendo fotografada, senão tinha dado um sorrizinho. Todos que participaram tiveram fotos no percurso e vídeo da chegada. Muito legal. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Música para crianças e adultos



Esse CD é muito bom - Música de Brinquedo. Para ampliar a referência musical da criançada, para além de galinhas pintadinhas, patatis patatas, xuxas e etc.
As músicas escolhidas, o uso de instrumentos de brinquedo e miniaturas, a voz das crianças no backing vocal, maravilhoso.
Eu e Davi estamos curtindo muito.

domingo, 20 de maio de 2012

Primeira corrida

Bem, essa foi minha primeira corrida. 5km em 48 minutos. Num ritmo confortável do início ao fim. Demorei, mas cheguei.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Crivo


Depois de uma consulta fui buscar o Davi na fonoaudióloga, para onde ele foi com a avó e a babá.
No elevador entra um rapaz, um menino mesmo de seus 16 anos, muito alto. Todos ficaram olhando.
E eu não me contive:
"- Eita menino, esqueceu de parar de crescer foi? Qual a sua altura?"
Ao que ele respondeu que não sabia direito, uns 1,92 mais ou menos.
Me fez pensar eu como eu deixei de me preocupar com a opinião alheia a meu respeito.
Falo o que penso, faço o que quero, passando é claro pelo meu crivo que já é bastante rígido.
Também fiquei mais seletiva, não vou abrindo os braços e oferecendo minha amizade ao primeiro que aparece.
É bom ir envelhecendo e saber um pouco mais de tudo.
Espero e vou tentar fazer com que meu filho não leve tanto tempo e nem precise sofrer tanto para perceber algumas coisas.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Aprendendo a ser mãe


Acho que estou frequentemente subestimando a capacidade de aprendizado do meu filho, e acho que não sou a única mãe a fazer isso.
Principalmente naquelas tarefas do dia a dia, como vestir-se, calçar-se, alimentar-se sozinho.
É o medo (quem é mãe tem medo) de que ele cresca e desapareça. Sei, sei, estou exagerando, mas a cada dia ele vai precisar menos de mim, e ao mesmo tempo que me orgulho e fico feliz por ele estar crescendo, tenho saudades do meu bebê.
Volte e meia ainda quero pegá-lo no colo, e raras vezes acontece dele querer meu colo (principalmente em público) - isso tende a se tornar mais e mais raro, até porque não aguento muito tempo os seus 23kg.
O que me fez pensar nisso tudo, além do fato de mãe estar sempre pensando nos filhos, foi a reunião da escola.
A professora relatou a evolução do Davi do início do ano para cá, em resumo uma criança imatura na relação com colegas e autoridades (professoras, coordenadoras), que chorava quando era contrariado, que tinha muita dificuldade de obedecer os "combinados" e tinha dificuldade para se vestir e se calçar sozinho.
Agora está mais maduro, mais independente e mais adaptado às regras da escola.
Eu, como mãe de filho único, não tenho referências para me orientar quanto ao que é esperado em cada fase de crescimento, contar com as considerações da escola (afinal elas estudam para educar e tem contato diário com muitas crianças) está sendo muito importante.
Estou feliz pela escolha que fizemos e estou certa de que a escola será um parceiro importante nessa missão.