sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mensagem de fim de ano?

Fim do ano chegou e é hora de deixar uma mensagem.
Algo edificante, uma lição de vida, mas o que posso dizer que você ainda não saiba? E como me arvorar autoridade para tanto se estou todo dia aprendendo, caindo, levantando?
Posso desejar, isso eu posso fazer.
Para mim eu desejo que o que foi bom permaneça: eu, Eduardo e Davi, família, saúde, amor, fé, amigos, viagens; e que o faltou venha: a presença dos amigos (sinto falta da conversa olho no olho, do abraço), mais viagens, minhas irmãs cosmopolitas mais perto, dar os primeiros passos para a realização de algumas metas pessoais.
E para todos vocês, amigos reais ou virtuais, desejo o mesmo: que o que foi bom permaneça e o que faltou venha.

Grande abraço,
Neusa

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A última

A mãe é sempre a última?
A última a se deitar, a tomar banho, a comer. Eu nem tinha atinado para isso ou tinha mas achava natural, até nossas férias de julho na casa de D.Nazaré, minha sogra. Depois de alguns dias observando nosso dia a dia, ela comentou:
- Ei Neusa, agora que é mãe, você é sempre a última. Só come depois de dar a comida do Davi, só toma banho, depois de banhá-lo e e colocá-lo para dormir.
Estava sendo assim, por minha iniciativa e consentimento.
Mas papai a cada dia participa mais e mais desses cuidados rotineiros. Com Davi mais crescido, os dois fazem muitas coisinhas juntos: tomam banho, dormem, "cozinham", passeiam, e principalmente brincam.
Mas a mamãe aqui só consegue relaxar depois de atender a todas as necessidades do pequeno. Estou sempre me policiando para tentar ser mais flexível e dividir mais.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Pegando onda





Davi.
3 anos e 9 meses. 
Chegando na praia para brincar de pegar onda.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Janela de Esquina do Meu Primo



Maravilhoso.
A descrição e análise dos tipos observados são deliciosas.
O posfácio é um riquíssimo adendo.
Tornei-me admiradora e quero ler mais obras do mestre
do Romantismo alemão,
Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dirigindo


Bem, na falta de um fotógrafo particular (marido seria a primeira opção, mas ele não gosta muito de me fotografar), e quando quero uma foto minha, recorro ao auto-retrato. O foco às vezes falha, mas, taí, sem mais tratamentos, com as marquinhas do tempo visíveis. Dirigindo, a caminho do trabalho.

sábado, 19 de novembro de 2011

Papai sem bigode

Eduardo me avisa que vai tirar o bigode.
Davi não sabe e quando chega da escola e vê o pai diferente diz:
- Esse não é o meu papai, é o papai de outro menino.
E se joga na poltrona querendo chorar.
Só depois de ouvir a voz do pai e ganhar muitos beijos e cheiros, e do pai chamá-lo pelo apelido carinhoso que só o pai usa é que Davi se acalma, sorri e diz:
- É o meu papai sem bigode.
E ri quando o pai explica que o bigode vai crescer de novo.
E já cresceu, para alegria do Davi e da mamãe também.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Abomino

Abomino e corro léguas de baratas, fanfarrões, sarcásticos e incoerentes.

Bicho mais nojento não existe, com toda sua agilidade para se esgueirar, e fugir da chinelada, para subir em tudo. Qualquer vãozinho, qualquer espaço serve de esconderijo. E quando voa então?

Fanfarrão segundo o dicionário é aquele que alardeia valentias próprias, porém falsas ou exageradas, um impostor. Alguém que se gaba, enche os peitos para dizer "eu sei", "eu faço" e na hora H não faz, amarela, tira o corpo, não assume.

Sarcasmo - ironia amarga e insultuosa, escárnio - mordaz, dito em tom de brincadeira, mas que tem objetivo claro de aniquilar, magoar, ofender. O que me fez lembrar um trecho de uma música de Pe.Zezinho que diz "Palavra é como pedra, preciosa sim, quem sabe o valor cuida bem do que diz. Palavra é como brasa, queima até o fim, quem sabe o que diz há de ser mais feliz."

Só posso exigir aquilo que consigo praticar, do contrário é incoerência, contradição. "Faça o que eu faço e não o que eu digo" não cola mais nem com crianças que desde cedo entendem isso e cobram coerência dos pais, avós, professores e quem mais conviver com elas. Duro aceitar que alguém peça a você para agir de uma forma que ela mesma não é capaz de ou não quer.