domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Férias 2011
Esse mês de julho será de férias, uma viagem de carro, passando por Pipa em Natal, depois Maragogi e Maceió em Alagoas. De lá passamos em Sousa na Paraíba para visitar minha irmã e depois para Várzea Alegre, como é de praxe, para o descanso e os paparicos da minha queridíssima sogra D.Nazaré.
Serão dias de praia e sol (torcendo para que não chova) e do merecido retiro em contato com a natureza, sem abdicar de um certo conforto, é claro.
Na volta, trarei muitas fotos e histórias divertidas para contar para vocês.
Será cansativo, eu sei, porque o menino está num ritmo bem acelerado, mas revigorante também.
Inté mais.
Serão dias de praia e sol (torcendo para que não chova) e do merecido retiro em contato com a natureza, sem abdicar de um certo conforto, é claro.
Na volta, trarei muitas fotos e histórias divertidas para contar para vocês.
Será cansativo, eu sei, porque o menino está num ritmo bem acelerado, mas revigorante também.
Inté mais.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Conto de fadas
Conhece a menina no parquinho.
Ela usa vestido listrado e tiara em forma de coroa na cabeça.
Brincam no parquinho de areia e ele a chama de princesa.
Depois de algum tempo, ela, tentando chamar sua atenção, o chama de príncipe.
Os dois tem pouco mais de 3 anos de idade.
De cima do escorregador ela grita:
- Vem príncipe, eu já cheguei, você está perdendo tempo.
Decidida, sabe o que quer e como chegar.
O que um faz o outro imita.
Depois que ele tirar a camiseta, ela tira o vestido.
E continuam a brincadeira.
A tia chega, e vão embora. Ele estava em outro brinquedo e não viu.
Depois de olhar para os lados procurando a amiga, olhar perdido, pergunta:
- Cadê minha princesa?
Os personagens são Davi, meu filho, e Sara que descobri depois ser sobrinha de um casal amigo, Flávia e José Ricardo, pais da linda Luiza.
Ela usa vestido listrado e tiara em forma de coroa na cabeça.
Brincam no parquinho de areia e ele a chama de princesa.
Depois de algum tempo, ela, tentando chamar sua atenção, o chama de príncipe.
Os dois tem pouco mais de 3 anos de idade.
De cima do escorregador ela grita:
- Vem príncipe, eu já cheguei, você está perdendo tempo.
Decidida, sabe o que quer e como chegar.
O que um faz o outro imita.
Depois que ele tirar a camiseta, ela tira o vestido.
E continuam a brincadeira.
A tia chega, e vão embora. Ele estava em outro brinquedo e não viu.
Depois de olhar para os lados procurando a amiga, olhar perdido, pergunta:
- Cadê minha princesa?
Os personagens são Davi, meu filho, e Sara que descobri depois ser sobrinha de um casal amigo, Flávia e José Ricardo, pais da linda Luiza.
Perna curta?
Ultimamente, tenho pensado bastante no motivo que leva alguém a mentir.
Minha primeira impressão (e segunda e terceira), a natural, contra a qual estou tentando lutar, é de achar que a pessoa que fala comigo está sendo sincera, está dizendo a verdade.
Só depois, se for realmente crucial saber a verdade é que tento ponderar o que ouvi. Mas aí já é tarde, aquele momento do olhar nos olhos, do ouvir a voz, e notar algum sinal que indique um mentira já passou.
Além da minha total falta de desconfiança e de vivência com mentirosos, tenho dificuldade de entender a razão da mentira. Talvez uma visão distorcida dos fatos, da vida, talvez para obter alguma vantagem, mas aí eu recorro sempre aquele dito que diz que "mentira tem perna curta", então se a mentira será, cedo ou tarde, descoberta, para que mentir?
Estou agora numa maratona de entrevistas com candidatas a babás, e caio sempre na armadilha que minha personalidade armou pra mim, a de acreditar.
Essa minha ingenuidade, chamando assim para ser menos rígida comigo mesma, se estende a todos os que cruzam meu caminho.
É claro que a vivência com determinadas pessoas nos mostram como elas são, e nos fazem acreditar ou desacreditar nelas, mas não uso isso como bagagem para futuras relações e nem generalizo.
Estou começando a achar que isso é um defeito meu. Gostaria de olhar para uma pessoa e sacar de cara de que tipo de pessoa se trata, com faz o Eduardo. Às vezes acho que ele exagera, eu, ao contrário, sou muito complacente.
Minha primeira impressão (e segunda e terceira), a natural, contra a qual estou tentando lutar, é de achar que a pessoa que fala comigo está sendo sincera, está dizendo a verdade.
Só depois, se for realmente crucial saber a verdade é que tento ponderar o que ouvi. Mas aí já é tarde, aquele momento do olhar nos olhos, do ouvir a voz, e notar algum sinal que indique um mentira já passou.
Além da minha total falta de desconfiança e de vivência com mentirosos, tenho dificuldade de entender a razão da mentira. Talvez uma visão distorcida dos fatos, da vida, talvez para obter alguma vantagem, mas aí eu recorro sempre aquele dito que diz que "mentira tem perna curta", então se a mentira será, cedo ou tarde, descoberta, para que mentir?
Essa minha ingenuidade, chamando assim para ser menos rígida comigo mesma, se estende a todos os que cruzam meu caminho.
É claro que a vivência com determinadas pessoas nos mostram como elas são, e nos fazem acreditar ou desacreditar nelas, mas não uso isso como bagagem para futuras relações e nem generalizo.
Estou começando a achar que isso é um defeito meu. Gostaria de olhar para uma pessoa e sacar de cara de que tipo de pessoa se trata, com faz o Eduardo. Às vezes acho que ele exagera, eu, ao contrário, sou muito complacente.
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