segunda-feira, 29 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Dickens e Górki
O que tem em comum? Se estivermos falando de literatura então minha irmã caçula talvez possa nos dizer.Para mim, o comum é que foram parte das primeiras escolhas de uma coleção encontrada numa livraria quando fui comprar um presente para a mamãe. A coleção é Clássico Abril Coleções.
Quanto à coleção, os livros tem boa impressão, as informações sobre o autor e suas obras são um afago ao final de uma leitura rica e prazerosa, (e o precinho ó).
Os que já li até aqui foram: Grandes Esperanças de Charles Dickens e Infância de Maksim Górki.
Dickens eu já tinha lido algumas obras, Górki, que me lembre, foi a primeira.
Recomendo esses dois livros. Eu me encantei demais.
Ps: para os cinéfilos, eu só soube que o livro Grandes Esperanças tem duas versões para o cinema, hoje procurando figura da capa dos livros para esse post. Não sei se vou assistir.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Fragmentos (I)
Acho que, a partir da morte de meu pai, me via como vítima, carregando um estigma de sofrimento. E essa visão distorcida também se estendia às pessoas que compartilharam comigo essas dores: minhas irmãs, minha mãe, meu marido. Acreditava que tais sofrimentos me tornavam melhor e mais forte que as pessoas que não vivenciaram perdas e traumas iguais aos meus. Pura ilusão. Eu sou tão frágil e tão forte quanto qualquer pessoa pode ser em determinado momento da vida.
Hoje eu sei que não sou apenas a órfã de pai assassinado, aquela que tentou prover em lugar do pai, a filha de mãe esquizofrênica, a mãe de um filho morto no ventre. Eu sei, isso tudo junto assusta e me assustou.
Eram essas as cores com que eu me definia. Que maneira mais triste de se ver, não? Nenhuma alegria ou conquista era suficiente para colorir essa pessoa. Tudo isso faz parte da minha história, e é claro que faz parte do que eu sou hoje, mas não me define.
Hoje eu sei que não sou apenas a órfã de pai assassinado, aquela que tentou prover em lugar do pai, a filha de mãe esquizofrênica, a mãe de um filho morto no ventre. Eu sei, isso tudo junto assusta e me assustou.
Eram essas as cores com que eu me definia. Que maneira mais triste de se ver, não? Nenhuma alegria ou conquista era suficiente para colorir essa pessoa. Tudo isso faz parte da minha história, e é claro que faz parte do que eu sou hoje, mas não me define.
sábado, 15 de junho de 2013
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